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História



Foi ali que nasceu o Paraná, no século XVI, durante o Ciclo do Ouro, quando surgiu Paranaguá e no século seguinte as vilas de Antonina e Morretes.
É uma cidade histórica, notadamente pelo conjunto arquitetônico antigo, ruas estreitas e uma tranqüila população que conserva suas tradições culturais e religiosas. Os primeiros povoados datam de 1648 e 1654. Além da extraordinária beleza paisagística, Antonina com seus monumentos históricos e sua bela baía, oferece também diversos atrativos turísticos.
Seu terminal portuário, que foi o 4º do Brasil no ciclo da erva-mate, foi recentemente reativado para o escoamento de carga geral, e que funciona num sistema de barcaças,único no país.

Sua baía é a mais adentrada do litoral brasileiro e suas águas são propícias para os esportes aquáticos.
O capitão-Provedor sesmeiro de Nova Vila (Paranaguá), Gabriel de Lara, concedeu as primeiras sesmarias do litoral paranaeanse aos senhores Antonio Leão, Pedro Uzeda e Manuel Duarte, considerados fundadores de Antonina.

Segundo Ermelino de Leão, entretanto, o fundador da Capela de Nossa Senhora do Pilar da Graciosa (Antonina) foi o Sargento-Mor Manoel do Vale Porto.
Em 1714, D. Frei Francisco de São Jerônimo, bispo do Rio de Janeiro, autorizou a construção de uma capela em homenagem à Virgem do Pilar nesse pequeno povoado e, assim, 12 de setembro de 1714 ficou considerada a data de fundação de Antonina.

Era conhecida como Capela, daí seus habitantes serem chamados de capelistas. Em agosto de 1797, foi elevada à categoria de Vila, com a denominação de Antonina, em homenagem ao D. Príncipe D. Antônio. Em 06 de novembro de 1797, sua sede foi elevada à categoria de Comarca da Província de São Paulo.

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