Além dos cuidados com a pele, usando protetor solar, guarda-sol e chapéu, é preciso também ficar alerta com as águas-vivas que podem causar queimaduras na pele durante o banho de mar. O corpo de bombeiros registou apenas no dia 01 de janeiro no litoral paranaense, 191 casos de queimaduras por água-viva. Em Guaratuba, apenas nestes 4 dias de 2019 foram informadas 43 ocorrências. Número alarmante já que durante todo o ano de 2018 foram registradas 250 ocorrências de queimaduras por água-viva.

A incidência de casos aumenta no verão por causa da grande quantidade de banhistas nas praias e o risco existe porque esses animais acabam ficando presos na areia por conta de seus filamentos.

Ao ter contato com estes animais, é fundamental fazer o tratamento de maneira adequada, evitando esfregar as mãos, as unhas, tecidos ou areia no ferimento, para que não estoure as cápsulas do veneno do animal. O ideal é passar apenas vinagre (ácido acético), que é capaz de neutralizar o efeito do veneno. Nunca se deve colocar água doce no local atingido, pois isso poderá agravar o problema.